• 27set

  • 25set

    Sem Literatura eu não vivo. Leio na ânsia de interpretar o mundo, entender o mundo, me afastar do mundo, sentir o mundo. Na ânsia, quem sabe, de interpretar a mim mesma.

  • 05set

    Estou tão envergonhada…esqueci de Pretinho, um piquinês (é assim que se escreve?) que meu pai me deu de presente. Foi assim: eu estava em casa e de repente um senhor toca a campanhia. “Giseli? Seu pai enviou esse presente. ” Virou as costas e foi-se. Era um cahorro, já adulto, que tentei batizar, mas não me atendia. Tive que chamá-lo Pretinho mesmo, nome que descobri ser o seu. Era abusado, desobediente, travesso. Subia na mesa, tirava as roupas do varal e fugia de casa. Terrível. Nem meu pai aguentava com aquela pequena fera, só eu, que insistia em domesticar a criatura. Até que, um belo dia, ele começou a passar mal, muito mal. O veterinário disse que ele havia ingerido veneno. Apesar de todos os cuidados ele não resistiu.

    O assassino nem imagina o quanto sofri!!!!