• 14mai

    Se eu disser que adoro Roupa Nova?

    Se eu disser que quero ir ao show de Roberto Carlos?

    Se eu disser que sou fã de Elba Ramalho?

    Pois é.

    Eu sou mais eclética (ou seria brega?), do que imaginam…

  • 11mai

    Eu sou uma pessoa determinada. Não costumo deixar as coisas pela metade, engasgar com palavras não ditas, desistir antes de tentar. Eu levo tudo até o fim. Vou até as últimas conseqüências. Isso não significa que eu seja inconseqüente. Ou insistente. Não adiantaria ler O Código da Vinci até o fim, por exemplo. Fechei o livro, para nunca mais abrir, antes da última página. E nunca me interessei em saber o final. Há sempre histórias mais interessantes a serem lidas. Mas poucos são aqueles que têm coragem de virar a página – ou mudar de livro! – na hora certa.

  • 06mai

    Uma vez Flamengo
    (…)
    Flamengo até morrer!

  • 03mai

    Nada como um dia após o outro.

    Outro.

    E mais outro.

     

    (E eu estou muito feliz!)

  • 02mai

    A vida continua. Apesar da violência, da desigualdade social, do Lula e do Bush, da miséria, da fome, do tráfico de drogas, da guerra dos caça-níqueis, do analfabetismo. Diante dos problemas que assistimos todos os dias chega a ser ridículo dispensar lágrimas por desilusão amorosa. Passo diariamente pela linha amarela e não fui atingida por nenhuma bala perdida. Trabalhei no Centro da cidade e nunca fui assaltada. Tenho casa, comida, roupa e lavada. Saúde para dar e vender. Um filho mais lindo que tudo. Uma irmã que amo de paixão. Amigos que me aturam com os nervos à flor da pele a qualquer hora do dia ou da noite. Então, envergonhada, enxuguei minhas lágrimas. Fui comer pizza. Fazer compras – um par de sapato sempre massageia o ego. Receber os amigos. Ligar para os amigos. Visitar Giovanna, linda, linda, perto de fazer um mês de vida. E ela me fez lembrar que sempre é tempo de recomeçar. Que a gente recomeça, e renasce, muitas vezes nessa vida. Discuti aquecimento global. Bebi caipirinha de morango e uma taça de vinho suave. Comi pipoca com as crianças. Perfeito. Ou quase. Por mais que tenham problemas muitos maiores do que o meu, por mais que eu seja realmente uma pessoa abençoada, eu também estou sofrendo. Disfarço. Finjo ser tão forte quanto pensam que sou. Reforço a maquiagem, não saio do salto, piso firme e não olho para baixo. Super segura. Hiper bem resolvida. Convenço a mim mesma. Convenceria por mais tempo se chegasse em casa e o cd não estivesse tocando. Me namora. Big girls don’t cry. Mil acasos. O que eu também não entendo. Tôo litle, too late. Ainda tem as iniciais dos nossos nomes na capa – é para morrer agora ou escuto mais uma faixa antes? Ainda tem pior: chegar no trabalho, abrir a gaveta e se deparar com uma caixa de Deditos. Eu não vejo a hora disso tudo acabar. De uma maneira ou de outra.

    À você, que lê esse blog: se eu tivesse te tatuado no pulso seria mais fácil de apagar.