• 27set

    Sempre gostei de plantas e animais. Quando criança, sonhava em ser engenheira agrônoma, morar numa fazenda e viver no meio do mato. Assistia Globo Rural todo domingo e adotava vira-latas que encontrava na rua, para desespero dos meus pais.

    Eu contava com o auxílio de Michele, minha amiga até hoje, para esconder os cãezinhos e alimenta-los (fingindo que pegávamos leite para brincar de casinha no quintal). Foi impossível ficar com todos, mas conseguimos convencer meus pais a ficar com Leão, tempos depois a Princesa e, mais tarde, sua filhinha Barbie.

    Minhas lágrimas foram capazes de convencer meus pais a deixarem Rosinha morar em nossa casa. Ela é uma jabuti linda e rápida, está conosco até hoje e foi presente da minha avó, que a trouxe já adulta e perguntou se eu gostaria de ficar com ela.

    Infelizmente, nem todos os animais duram tanto quanto Rosinha. Meus cahorrinhos cresceram, se reproduziram e morreram. Depois disso, ganhei Eros, um pastor alemão, e convivemos com ele durante treze anos, até o mês passado, quando adoeceu e todos os esforços para mantê-lo vivo foram inúteis.

    Um pouco mais conformada, quero um novo mascote. Um cachorrinho pequeno dessa vez, com cara de carente, que possa alegrar a casa, fazer companhia à Rosinha e brincar com Lucas. Animais trazem alegria, vida e nos divertem com suas bagunças. Ou seja: Procura-se um cachorro desesperadamente.

    P.S.: Se você disser que não gosta de animais vou achar que não passa de um sem-coração!

    Update:

    O final de semana foi tão bom que estou cansada até agora. Boate, aniversário, baile funk, pub. Preciso me recompor para poder contar tudo. Quanto ao meu coração, não há motivos para tantas felicitações. Não por enquanto. Sabe como é, gato escaldado tem medo de água fria. ;-)

  • 19set

    Teria muito o que dizer sobre o final de semana.

    Só direi o mais importante: meu coração está em festa!

  • 13set

    Depois de um fim de semana P.E.R.F.E.I.T.O, acordei segunda-feira hiper mega ultra cansada - e com um humor negro! Cara amarrada, meia dúzia de fora para cada um que se aproximasse e uma vontade incontrolável de chorar.

    Extremamente estressada, sensível e intolerante. Parece que o mundo conspira contra mim. O mundo só não. Meu corpo também! Que pele é essa? E essas pernas doloridas? É muito pra mim. Não consegui ficar feliz nem mesmo com aquele convite irresistível. Até porque, com essa espinha gigantesca, terei mesmo que resistir a uma tentação - qualquer que seja ela.

    Para amenizar, uma volta no shopping. Novas sandálias, umas blusas que a vendedora disse que são lindas, das cores da estação, e uma caixa de chocolates. Agora me diz: essa sandália vai combinar com o que? E aquela blusa coral? Minha nossa senhora, acho que nem depois da amiga estilista confirmar que tons “terrosos” são mesmo a vedete da estação, terei coragem de usar aquele holofote!

    Abre parênteses.

    Eu nunca vi terra coral - essa gente metida a fashion é daltônica?

    Fecha parênteses.

    Nada é tão ruim que não possa piorar, já diz outra amiga. Vai ver por isso, perdi o cartão do banco, esqueci de ir num casamento importante sábado (e fui chamada atenção por isso), minha irmãzinha querida usou justamente a blusa que eu estava procurando e a terça-feira amanheceu chuvosa.

    Tenho ou não tenho motivos para estar mais chata do que o normal? Nem eu estou me suportando. Fugiria de mim mesma se fosse possível, fugiria de todo esse turbilhão de emoções causados por esses hormônios em ebulição. Que frase ridícula foi essa? Acho que já estou ficando sensível…vou chorar um pouquinho, se me permitem.