• 25jul

    eu final de semana foi melhor do que eu poderia imaginar, até porque, depois de muito tempo, não foi preciso trabalhar sábado. Que coisa boa poder sair sexta-feira e não ter hora para voltar (seria bom se a companhia também não tivesse). Acordar tarde, assistir um monte de filmes infantis e sair com amigos à noite, descansada.

    “A fantástica fábrica de chocolates”, filme da minha infância, é programa para esta semana. Vocês não imaginam o quanto estou ansiosa. Por que Lucas, aos 8 anos de idade, preferiu ir num rodízio de pizzas ao invés de ir no cinema, alguém entende? Por que?

    Eu adoro reencontros e não poderia deixar de dizer que ter encontrado um dos meus melhores amigos dos tempos de colégio me fez bem. Fez tão bem que agendamos um encontro com toda nossa turma do Ensino Médio, numa época em que ainda era Segundo Grau, para o próximo mês. Vamos matar as saudades!

     

    Por falar em saudades…bem, deixa para lá! ;-)

  • 19jul

    Pela primeira vez minha irmã foi assaltada, estamos revoltadas até agora. Tudo bem que ser assaltada no Rio de Janeiro não chega a ser novidade, tudo bem que ela não sofreu nenhuma agressão, tudo bem que os documentos já foram encontrados, mas não podemos nos acostumar com essa violência.

    Não vou discursar sobre diferenças e exclusões sociais, sobre a banalização da violência em nosso país, o descaso de nossos governantes e a passividade da população. É uma discussão inflamada e longa para um blog tão despretensioso.

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    Vocês já assistiram Madagascar? E Quarteto Fantástico?

    Assistam! ;-)

  • 12jul

    Fiz aniversário no mês passado, mas só ontem acordei mais velha. Acordei me achando adulta, certa de que tenho que mudar muita coisa, que preciso traçar metas, cumprir prazos que eu mesma estabeleço, que devo viver como uma jovem de vinte e poucos, e não como uma adolescente.

    Eu sou uma pré-balzaca, estou à beira dos 30 anos (meu Deus do céu!) e vivo como se não passasse de uma menininha de 20. Se bem que menininhas de 20 não têm tantas contas para pagar, não trabalham tanto quanto eu, não fizeram duas pós-graduação, não tem filho para sustentar (quer dizer, talvez tenham).

    Sinceramente, não sei o que é viver como se tivesse vinte e poucos, mas preciso aprender - se bem que antes eu preciso descobrir. Essa rotina de choppadas e micaretas, por exemplo, não pega bem para uma mulher madura como eu. Quer dizer, eu também não sei o que é ser uma mulher madura.

    Ontem, como nunca havia sentido antes, percebi que o tempo está passando rápido demais. Estou pensando em mim até agora, no que tenho feito da minha vida, no que desejo para minha vida. Preciso mudar alguma coisa e não sei bem o que.

    Decidi: vou virar gente grande, ser mais mulher do que menina, mais mãe do que filha, essas coisas. Só não sei por onde começar. É sério, estou em crise existencial, morrendo de medo de ser uma velhinha ridícula, daquelas que vivem como se o tempo não tivesse passado.

    Que idiotice foi essa que escrevi? É possível viver sem ser ridículo?
  • 05jul

    Tem horas, como agora,

    Que queria entender o porquê

    Da vida e da morte.