• 30ago

    Eu sou uma pessoa prestativa, amiga e apaixonada pela irmã que eu tenho. E, justamente por ser prestativa, amiga e apaixonada por ela, andei pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro a procura de livros de Psicologia, importantíssimos para a sua monografia.

    Nem sei em quantas livrarias e sebos eu fui. Confesso que já estava cansada, desanimada e sem esperança alguma quando me indicaram o sebo Al-Fárábi, na Rua do Rosário. O lugar é apaixonante! Café, livros, arte, música (eu vi o rapaz colocar um disco do Cartola). Um verdadeiro sonho para quem, como eu, adora livros. Um sonho não, um paraíso.

    Enquanto procuravam os livros que desejava (e o atendimento é excelente, podem acreditar!), fui olhar cada uma daquelas prateleiras, tão bem organizadas. Me deparei com o livro “Para viver um grande amor”, de Vinícius de Moraes. Não resisti. Para melhorar ainda mais, encontrei um livro de Cassiano Ricardo, chamado “Jeremias sem chorar”. Pasmem: primeira edição! Neste momento tenho em mãos um livro de 40 anos em perfeitas condições. Estou maravilhada.

    Saí de lá sem os livros de Psicologia. Mas saí alegre, de alma lavada e certa de que quando desejamos fazer o bem a alguém os maiores beneficiados somos nós mesmos - de uma forma ou de outra!

    P.S.: Melhor do que adquirir livros maravilhosos por preços irrisórios, só mesmo ligar para a UERJ e saber que meu Diploma está pronto! São dois anos de espera. (Tomara que não seja nenhuma pegadinha).

  • 30ago

    A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Meus programas de fim de semana sofreram alterações. De tudo que havia programado, como se a vida fosse passível de planejamentos e programas rígidos, restou o encontro com as Burraldas. Dani amiga de sempre. Lina amiga de pouco (Muito prazer!).

    Isso não quer dizer que ele tenha sido ruim.

    Muito pelo contrário.

    Encontros. Chocolate. Pizza. Beijo na boca. Confidências. Smirnoff Ice e água com gás. Mac Donald´s. Falsas declarações de amor. Fotos. Bolo de chocolate. Telefonemas desejados. Festa.

    A vida não poderia ser um eterno fim de semana?

  • 27ago

    Minha vida é uma trilha sonora. Não tenho uma música para cada ocasião, uma música marcante ou música predileta. Tenho várias. Ouço várias. Gosto de várias. Algumas músicas foram escritas para mim - e chego a ter inveja de quem as escreveu!

    Não saio de casa sem ouvir música. Uns cinco minutos que seja, de qualquer ritmo, de qualquer cantor. Música alegre ou triste, dançante ou não. Música para acordar minha alma e alegrar o meu dia.

    Fico de mau humor quando preciso sair apressada. Na verdade é mais fácil eu chegar atrasada, porque tive de ouvir uma música. De Kelly Key a música clássica, não importa! Eu preciso de som, ritmo, música. Preciso ligar o rádio e despertar (e vocês não sabem que existe diferença ente acordar e despertar?).

    Ainda não despertei.

    Saí apressada.

    Se hoje não fosse sexta-feira, estaria insuportável.

    Desejo à todos um ótimo fim de semana. O meu, que começou ontem, promete!

    Amanhã, às 15h, Eu, Dani, Lina e Ana Márcia estaremos no Bay Market, em Niterói. Todos estão convidados! ;-)

  • 22ago

    Depois de meses conversando com a Paty pela internet, finalmente nos conhecemos. Ela é exatamente como os textos que publica: alegre, espontânea e sincera. Um amigo nosso confidenciou que é cachaceira também, mas eu não pude ficar tempo suficiente para Ter certeza! ;-)

    Novas amizades, reencontro com pessoas queridas, estudo, shopping, pecado da gula. Não tive tempo para ficar sem fazer nada, ler um livro, escrever bobagens, assistir Saia Justa, no GNT e nem ficar muito na internet - como sinto falta de visitar milhares de blogs!

    Domingo rende um parágrafo à parte. Só mesmo uma mãe como eu iria num passeio escolar, num sítio, no primeiro dia da semana, não é mesmo? Piscina, futebol, parque, cavalos, patos, doces, karaokê. Estou exausta. Mas o Lucas está feliz e, para mim, nada é mais importante do que isso.

    Para terminar, eu, Dani e Lina iremos nos reunir no sábado, dia 28 de agosto, no Bay Market, às 15h. Quem quiser, junte-se a nós! Qualquer dúvida, basta nos enviar um e-mail.

    Yael, obrigada pelo novo sistema de comentários, ficou lindo!

  • 18ago

    Caminhando no shopping, depois de ter entrado em várias lojas e ter experimentado milhares de roupas (precisava de algo sóbrio para a reunião que teria no dia seguinte), encontro meu primo.

    Quem me conhece sabe que se tem uma coisa que detesto é escolher roupa acompanhada, mas, dadas as circunstâncias, não restava outra alternativa. Estava desesperada, com pressa, com TPM, e precisava mesmo de uma ajuda.

    Na loja, meu primo, como todo homem, achava tudo bom. Eu tirava e colocava roupa. Desfilava pela loja. Pedia opinião. Experimenta esse. Experimenta aquele. Essa calça está muito justa. Gostei dessa cor. Essa blusa é feia. Aquela é bonita. Me deixou pálida. Me deixou gorda. Experimento mais roupas.

    De dentro da cabine comecei a ouvir um tititi: era uma menina que começou a puxar assunto com o meu primo. Coisas de sempre: nome, vem sempre aqui, onde mora. A curiosidade falou mais alto:

    - Está ajudando a sua namorada?

    - Não. É minha prima.

    - Prima nada. Quem viria ao shopping escolher roupa com prima…

    Ficaram nesse blábláblá. A garota não acreditou (nem a amiga dela). Parava de dar em cima do meu primo cada vez que eu me aproximava para pedir opinião. Queimei o filme dele.

    Compras feitas, fui fazer bainha na calça. Dou de cara com um homem lindo, branquelo de olhos verdes. Olhei. Ele olhou. Vem meu primo puxar assunto comigo. Queimou meu filme.

    Decidi: escolher roupa com primo nunca mais! ;-)