Eu não sou uma pessoa explosiva. Muito pelo contrário. Penso. Repenso. Analiso. Isso, claro, tem seus contras. Certamente, perco oportunidades por ser assim: cautelosa. Mas eu gosto prefiro dar um passo de cada vez. Morrer de velho, como diz o ditado. Procuro ser prática. Centrada. Equilibrada. Não é tão difícil quanto parece. Só é trabalhoso - porque viver dá mesmo um certo trabalho.
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08fev
Categoria: Vida louca vida Comentário: 0
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18dez
Categoria: Só as mães são felizes Comentário: 1
Em 2009 descobri que sou uma boa mãe.(Existe algo mais importante ?)
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18nov
Categoria: Só de for a dois Comentário: 1
Abraça
Beija
Deseja.(Eu)
Diverte.
Anoitece.
Enlouquece.(Eu)
Apaixona.
Direciona.
Emociona.(Eu)
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30out
Categoria: O poeta está vivo Comentário: 0

Palavras precisam ser vividas.
Demoradamente.
Como o amor.
E o beijo.
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29out
Categoria: Só de for a dois Comentário: 0
Eu adoro palavras. Escrevo em tudo quanto é canto e leio qualquer coisa. Embalagem de shampoo durante o banho, pote de margarina enquanto tomo café, cartazes, folhetos, jornais - incluindo classificados.
Às vezes fico nervosa por ter essa compulsão, tento olhar para o outro lado, fazer outra coisa, mas é mais forte que eu e continuo lendo palavras que de nada servirão para a minha vida. Cada louco com sua mania, não é mesmo? E essa é uma das minhas.
Agora imagina: se a internet já é viciante para quem não gosta das palavras - e escrevem errado, mudam a grafia das pobres coitadas e inventam idiomas imcompreensíveis - para quem gosta, então, é um paraíso. Ou seja, eu acho a internet o máximo.
Eu encontro de tudo, leio todo tipo de futilidade e ainda contribuo com a superficialidade que há na rede escrevendo as minhas palavras, do meu jeito. No blog, no site, no orkut e, claro, no twitter - que é apaixonante. Eu acho muito bom escrever frases soltas. É como falar sozinha sem que ninguém me ache louca.
Eu me divirto. Ou melhor, me divertia. Houve uma queda de energia (culpa da ilustríssima Ampla) o computador pifou e sou, praticamente, uma indigente virtual, o que tem sido muito doloroso. Não posso responder os leitores do site, conto com a ajuda das amigas burraldas (obrigada!) para quem mando o que escrevo, não dou conta de responder o twitter e o orkut, então, está abandonado.
Tem mais: não posso mandar minhas palavras multicoloridas para o meu caixeiro-viajante. Nem conversar com ele todas as noites antes de dormir. Quer dizer, ainda conversamos. E vou mandar a conta do celular para a Ampla, que tal?!
Isso tudo foi só para dizer que dentre os muitos presentes que já recebi do meu palhaço-comediante-andante, dois deles são muito especiais: um bloco novinho em folha e uma caneta verde. Preciso dizer que agora que sou uma excluída digital tenho usado bastante os meus presentes?
Vou precisar de um sem-número de blocos e canetas. Tão verdes quanto os meus olhos.
(Obrigada por ser assim…sutil.)
